Deus livra-me dos seus seguidores por que são estranhos devido as suas atitudes contra o mundo que é o lar de pessoas que eles mesmos foram instigados a amar.
Deus livra-me dos seus seguidores irracionalmente emotivos, eles só te seguem como algo que nunca entendem. Sem motivo, razão e circunstância nas coisas que você faz, e com eles trazem a “apaixonite” irritante que os deixam alienados. Essa alienação destes seguidores muitas vezes faz com que eles cometam crimes contra seu próximo ou a si mesmo transformando a graça em desgraça.
Deus livra-me dos seus seguidores que se sentem merecedores do Teu Reino, como se isso fosse um presente dado a eles, uma recompensa por suas boas obras de acordo com uma conduta decorada e condicionada.
Deus livra-me dos seus seguidores que entendem que se eles forem bons seguidores de todas as vírgulas, pontos, exclamações das regras e determinações contidas na lei caduca mal interpretada velha testamentária serão abençoados por você se sentir em débito com eles.
Deus livra-me dos seus seguidores amantes compulsivos das regras eclesiásticas que mesmo não fazendo sentido algum as seguem. Regras que são ditaduras impostas por outros seguidores mais gananciosos, mas que se elevaram como sacerdotes de seus seguidores mais medíocres e instigam que estas regras criadas por eles devem ser cumpridas ao pé da letra com exímio fervor.
Deus livra-me dos seus seguidores que sobrevivem de bajulações e de sacrifícios de santidade. Santidade deturpada que somente os separam da vida e para criarem redomas em volta de si, fazendo com que se isolem de toda a criação que não compactua com a mesma loucura.
Deus livra-me de seus seguidores que tem frases prontas e decoradas passadas de um para o outro numa tradição oral sem sentido. Esses seguidores não têm inspiração para coisas novas ou para pensar por si mesmos e a impressão que fica é de que existe o medo de errar o discurso e falhar na missão de convencer pelo cansaço das mesmas ladainhas.
Deus livra-me de seus seguidores, pois eles não sabem o que fazem e muito menos querem um dia descobrir o que fazer. Nunca vão querer construir um aprendizado e sim somente cumprir o script de um bom seguidor alienado, medroso e frustrado.
BY: MARCO FINITO
SOURCE: http://cartesianofinito.blogspot.com/2008/02/deus-livre-me-dos-seus-seguidores.html
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
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Se você deseja saber mais sobre a IGREJA INVISÍVEL DOS SANTOS MODERNOS entre em contato conosco no endereço abaixo:
E-mail: mitiism@gmail.com
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
IGREJA INVISÍVEL X IGREJA VISÍVEL
Igreja não é templo, não é sinagoga, não é mesquita. Não é o santuário onde os fiéis se reúnem para cultuar a Deus. Igreja é gente, e não lugar. É a união de pessoas tolerantes que reconhecem as suas limitações e, principalmente às do outro com quem convivem; de pessoas boas que se preocupam reciprocamente; de pessoas que buscam elevação espiritual e que professam uma fé cujo único ponto superior e indiscutível é a sua submissão a uma força superior, chamada DEUS, e que reconhecem que esse DEUS é a fonte criadora de todas as coisas que existem, o próprio e único Deus vivo a quem se deve veneração e respeito; pessoas inteligentes, porém, humildes. Igreja é mistura de raças diferentes, distâncias diferentes, línguas diferentes, cores diferentes, nacionalidades diferentes, culturas diferentes, níveis diferentes, temperamentos diferentes. A única coisa não diferente na Igreja é a fé em DEUS.
A Igreja não é igreja ocidental nem igreja oriental. Não é Igreja Católica Romana nem igreja protestante. Não é igreja tradicional nem igreja pentecostal. Não é igreja liberal nem igreja conservadora. Não é igreja fundamentalista nem igreja evangelical. A Igreja não é Igreja Adventista, Igreja Anglicana, Igreja Assembléia de Deus, Igreja Batista, Igreja Congregacional, Igreja Deus é Amor, Igreja Episcopal, Igreja Holiness, Igreja Luterana, Igreja Maranata, Igreja Menonita, Igreja Metodista, Igreja Morávia, Igreja Nazarena, Igreja Presbiteriana, Igreja Quadrangular, Igreja Reformada, Igreja Renascer em Cristo nem igrejas sem nome. A Igreja pode ser católica (universal), mas não ser romana, Universal (católica) mas não a Universal do Reino de Deus. De Jesus Cristo, mas não dos Santos dos Últimos Dias. Porque é universal, não é igreja armênia, igreja búlgara, igreja copta, igreja etíope, igreja grega, igreja russa nem igreja sérvia. Porque é de DEUS, e não de Simão Pedro, não de Miguel Cerulário, não de Martinho Lutero, não de Simão Kimbangu, não de Sun Myung Moon, não é de João Paulo II. Em todo o mundo e em toda a história, a única pessoa que pode chamar de minha a Igreja é o Senhor Deus Criador de Todas as Coisas.
Não há nada mais inescrutável e fantástico do que a Igreja de Deus. Ela é o mais antigo, o mais universal, o mais antidiscriminatório, o mais inexpugnável e o mais misterioso de todos os agrupamentos. Dela fazem parte os que ainda vivem e os que já se foram. Seus membros estão entrelaçados, mesmo que, por enquanto, não se conheçam plenamente. Todos igualmente são “concidadãos dos santos” (Ef 2.19), “e “co-participantes das promessas” (Ef 3.6). Eles são nada menos e nada mais do que a Família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Ali, ninguém é corpo estranho, ninguém é estrangeiro, ninguém é de fora.
A Igreja Invisível dos Santos Modernos, também pode ser chamada Igreja de Deus (1 Co 1.2; 10.22; 11.22; 15.9; 1 Tm 3.5 e 15).
A tradicional diferença entre igreja visível e igreja invisível não significa a existência de duas igrejas. A Igreja é uma só (Ef 4.4). A igreja invisível é aquela que reúne o número total de redimidos, incluindo os mortos, os vivos e os que ainda hão de nascer e se converter. Eventualmente pode incluir pessoas que nunca freqüentaram um templo religioso nem foram. Somente Deus sabe quantos e quais são: “O Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Tm 2.19). Uma igreja visível geralmente reúne não só os redimidos, mas também os não redimidos, muito embora passem a ser membros, se declarem membros e possam galgar posições de liderança. É a igreja composta de trigo e joio, de verdadeiros crentes e de pseudocrentes. Dentro da igreja visível está a igreja invisível, mas dentro da igreja invisível nunca estará toda a igreja visível. A Igreja de Deus é uma só, porém é conhecida imperfeitamente na terra e perfeitamente nos lugares celestiais por Aquele que tudo criou.
A Igreja não é igreja ocidental nem igreja oriental. Não é Igreja Católica Romana nem igreja protestante. Não é igreja tradicional nem igreja pentecostal. Não é igreja liberal nem igreja conservadora. Não é igreja fundamentalista nem igreja evangelical. A Igreja não é Igreja Adventista, Igreja Anglicana, Igreja Assembléia de Deus, Igreja Batista, Igreja Congregacional, Igreja Deus é Amor, Igreja Episcopal, Igreja Holiness, Igreja Luterana, Igreja Maranata, Igreja Menonita, Igreja Metodista, Igreja Morávia, Igreja Nazarena, Igreja Presbiteriana, Igreja Quadrangular, Igreja Reformada, Igreja Renascer em Cristo nem igrejas sem nome. A Igreja pode ser católica (universal), mas não ser romana, Universal (católica) mas não a Universal do Reino de Deus. De Jesus Cristo, mas não dos Santos dos Últimos Dias. Porque é universal, não é igreja armênia, igreja búlgara, igreja copta, igreja etíope, igreja grega, igreja russa nem igreja sérvia. Porque é de DEUS, e não de Simão Pedro, não de Miguel Cerulário, não de Martinho Lutero, não de Simão Kimbangu, não de Sun Myung Moon, não é de João Paulo II. Em todo o mundo e em toda a história, a única pessoa que pode chamar de minha a Igreja é o Senhor Deus Criador de Todas as Coisas.
Não há nada mais inescrutável e fantástico do que a Igreja de Deus. Ela é o mais antigo, o mais universal, o mais antidiscriminatório, o mais inexpugnável e o mais misterioso de todos os agrupamentos. Dela fazem parte os que ainda vivem e os que já se foram. Seus membros estão entrelaçados, mesmo que, por enquanto, não se conheçam plenamente. Todos igualmente são “concidadãos dos santos” (Ef 2.19), “e “co-participantes das promessas” (Ef 3.6). Eles são nada menos e nada mais do que a Família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Ali, ninguém é corpo estranho, ninguém é estrangeiro, ninguém é de fora.
A Igreja Invisível dos Santos Modernos, também pode ser chamada Igreja de Deus (1 Co 1.2; 10.22; 11.22; 15.9; 1 Tm 3.5 e 15).
A tradicional diferença entre igreja visível e igreja invisível não significa a existência de duas igrejas. A Igreja é uma só (Ef 4.4). A igreja invisível é aquela que reúne o número total de redimidos, incluindo os mortos, os vivos e os que ainda hão de nascer e se converter. Eventualmente pode incluir pessoas que nunca freqüentaram um templo religioso nem foram. Somente Deus sabe quantos e quais são: “O Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Tm 2.19). Uma igreja visível geralmente reúne não só os redimidos, mas também os não redimidos, muito embora passem a ser membros, se declarem membros e possam galgar posições de liderança. É a igreja composta de trigo e joio, de verdadeiros crentes e de pseudocrentes. Dentro da igreja visível está a igreja invisível, mas dentro da igreja invisível nunca estará toda a igreja visível. A Igreja de Deus é uma só, porém é conhecida imperfeitamente na terra e perfeitamente nos lugares celestiais por Aquele que tudo criou.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA FÉ DOS SANTOS MODERNOS
O surgimento de inúmeras religiões em todo o globo tem causado confusão àqueles que buscam encontrar o caminho certo a seguir. Com tamanho leque de "possibilidades" para se chegar a Deus, a humanidade já não sabe mais em que acreditar. Isso ocorre principalmente pelas divergências discrepantes que afligem os religiosos nos mais variados dogmas religiosos existentes. É exatamente como um protesto a essa situação caótica em que a religião se encontra que surge a necessidade de uma nova forma de pensar. Um novo prisma religioso. Um novo grupo de pessoas tolerantes que verdadeiramente buscam o aperfeiçoamento de suas vidas, através da crença em Deus, como o Criador do Mundo e de todas as coisas que nele há, e da vida respeitosa e caridosa, sempre buscando a obtenção de experiências próprias relacionadas ao contato com o Divino. Acreditando, sem dúvidas, que toda fonte literária pode ser aproveitada para ensinar e aprender o que é certo e que a tolerância é o caminho para a melhoria das relações humanas.
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